A vítima estava trabalhando quando foi atinginda nas costas por disparos efetuados por um dos clientes do estabelecimento comercial

16/04/2012 16:51
 

Bruno César Correia chegou a ser socorrido para o Hospital Doutor Altino Lemos Santiago, mas não resistiu aos ferimentos nas costas e morreu

Um garçom foi morto a tiros na praça central de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, na noite desta sexta-feira (13). De acordo com informações da Polícia Civil, a vítima estava trabalhando quando foi atinginda nas costas por disparos efetuados por um dos clientes do estabelecimento comercial.

Segundo testemunhas, quatro homens que estavam em uma das mesas do BigManos Churrasquinho teriam se irritado com a demora do garçom Bruno César Correia dos Santos, de 19 anos, na entrega de um dos pedidos feitos e ameaçaram o funcionário do quiosque de morte.

Logo em seguida, ao dar as costas para os clientes, Carlos Michel Magalhães e Silva, de 21 anos, e um jovem identificado como Kassiano seguraram o garçom enquanto um terceiro cliente, Walder Ribeiro de Matos, de 30 anos, pegou uma arma no carro e atirou nas costas do funcionário do quiosque.

Depois de efetuar os disparos, os quatro jovens fugiram em um carro e foram perseguidos por policiais militares, que trocaram tiros com o grupo, atingindo Carlos Michel nas nádegas. Com o pneu do carro furado, o grupo abandonou o veículo e fugiu a pé por uma área periférica da cidade.

Na ação, a polícia conseguiu capturar Natalício de José dos Santos, de 33 anos, e Carlos Michel, que foi encaminhado para o Hospital de Barreiras. Kassiano e Walder Ribeiro, apontado por testemunhas como autor dos disparos, estão sendo procurados pela polícia da região.

Bruno César Correia chegou a ser socorrido para o Hospital Doutor Altino Lemos Santiago, mas não resistiu aos ferimentos nas costas e morreu ainda na noite de ontem.

Em entrevista ao Correio24horas, o proprietário do quiosque, Ênio Roberto dos Araújo, disse que foi surpreendido pela ação do grupo quando conversava com um colega nas proximidades da praça. Segundo ele, cerca de 300 pessoas estavam no local no momento da execução. “Quando a polícia tentou fazer alguma coisa, já era tarde demais.  Foi tudo muito rápido”, lamentou o empresário. O corpo do garçom já foi liberado e deve ser sepultado neste domingo na cidade de Formosa do Rio Preto.

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