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26/06/2012 18:47

Buracos colocam em risco quem usa a BR 116/Norte

2012-05-18 16:01

Ela é a mais importante das rodovias federais do Brasil. Começa em Fortaleza-CE, cruza os Estados de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde termina no município de Jaguarão, ao Norte do Estado, na fronteira com o Uruguai.

São mais de 4.300 km de integração entre os estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Por ela passam desde pesados caminhões de carga, ônibus, até pequenos automóveis.

A partir do Estado de Minas Gerais, até Fortaleza, ela é batizada com o nome de Santos Dumont, em homenagem ao mineiro Alberto Santos Dumont, considerado o ‘pai da aviação’, que em outubro de 2005 comemorava o centenário do vôo do 14-Bis, homenagem assegurada pela Lei 11.163 da Presidência da República.

Do Estado do Rio de Janeiro até São Paulo, ela é conhecida como Rodovia Presidente Dutra, a partir do km 163 da Av. Brasil até São Paulo e, de Minas para a Bahia, é chamada de Rio - Bahia, também. De São Paulo até o Rio Grande do Sul, ela é a Rodovia Régis Bitencourt.

Um detalhe interessante que poucas pessoas conhecem: a partir do km 0, em Fortaleza, a BR 116 entra 14 km no Estado da Paraíba e retorna a seguir ao território cearense, por causa de dificuldades topográficas do trecho (desvio).

Em Minas Gerais (km 0) a BR 116 entronca com a BR 040 Rio de Janeiro (Rodovia Washington Luis) que vai até Brasília. A rodovia Washington Luis é uma homenagem ao presidente que a construiu, que afirmava que “governar é construir estradas”.

A princípio, a Rio-Bahia tinha asfalto até Feira de Santana, que posteriormente chegou até Serrinha. Daí em diante passou-se quase 50 anos, para complementar a pavimentação asfáltica até o povoado do Ibó, Município de Abaré, região Norte do Estado da Bahia, inclusive com a construção da ponte sobre o rio São Francisco, permitindo a ligação Norte- Sul, cujo percurso teve uma redução em mais de 200 km, entre Fortaleza e São Paulo, representando menor tempo de viagem e economia de combustível, principalmente óleo diesel, já que milhares de veículos pesados circulam diariamente pelo trecho.

Há poucos dias, em viagem para o município de Chorrochó, pude constatar a veracidade das críticas feitas pelos usuários da rodovia, especialmente caminhoneiros, sobre a grande quantidade de buracos perigosos existentes a partir do distrito de Bendegó, há 60 km de Euclides da Cunha.

A deterioração do pavimento, que não faz muito tempo havia sido recuperado totalmente e muito bem sinalizado com placas verticais e os chamados “olho de gato”, que permitem guiar sem sair da pista, principalmente nos dias chuvosos quando diminuiu a visibilidade do motorista, nos fez perguntar por quê tamanho desgaste em tão pouco tempo?

Os pedaços de pneus espalhados ao longo da rodovia, marcas de longas frenagens, carcaças de veículos incendiados, destruídos e abandonados, cruzes enfileiradas ou isoladas que representam perdas de vidas humanas causadas por acidentes: capotamento, colisão, queda de motocicleta (...) e quase tudo provocado pelos famigerados buracos, que surpreendem os condutores de veículos e os obrigam a realizarem manobras bruscas e inesperadas que terminam quase sempre em acidentes graves.

Os usuários também se queixam da falta de policiamento ostensivo permanente, já que são muitos e constantes os assaltos praticados entre os povoados de Formosa e o Ibó, prosseguindo até Salgueiro-PE. Nesse trecho, não é aconselhável trafegar sozinho à noite, principalmente. Recomenda-se andar em comboio.

Animais soltos na pista representam grande perigo e isso parece não ter solução, pois eles até parecem terem se acostumado com Carretasm ônibus, motos, automóveis, etc.

Mesmo em se tratando de um trecho de rodovia federal, a presença de patrulhas da Polícia Rodoviária Federal é esporádica e o posto policial mais próximo fica há 100 km de Euclides da Cunha e há 300 km até o Ibó. Além de estar baseado na BR 110, em Ribeira do Pombal.

Mesmo assim, os prfs (policiais rodoviários federais) têm feito algumas apreensões de drogas e detenções de motoristas e condutores de motocicletas que trafegam embriagados, sem habilitação, veículos com documentação irregular, tráfico de animais, entre outros, sempre que resolvem fazer uma ronda pelo trecho.

A CIPE-Caatinga, uma companhia de polícia militar do Estado da Bahia, especializada no combate ao roubo de carga, assalto, seqüestro, tráfico de drogas e muito respeitada, também ajuda no combate aos meliantes, porém, nem sempre é vista trafegando obrigatoriamente na BR 116, pois também circula pelos povoados dos mais diversos municípios da região.

São muitos os casos de registro de assalto aos caminhoneiros que perdem dinheiro, cheque, celulares, aparelhos de som, pneus completos, cargas aparelhos eletroeletrônicos e, até, vítimas de sequestro, quando são amarrados, amordaçados e deixados no meio da caatinga, isso, quando não são assassinados.

A rodovia também é um corredor por onde passa grande quantidade de maconha, haxixe, entre outros, produtos tóxicos e ilícitos produzidos no chamado “cinturão da maconha”, situado às margens do Rio São Francisco, na região de Cabrobó-PE.

Por essas e outras situações de risco que este trecho da mais importante rodovia brasileira oferece atualmente, é que os caminhoneiros e proprietários de automóveis usuários desta estrada pedem providências no sentido de, pelo menos, tapar os buracos e reconstruir o acostamento onde possam estacionar seus veículos com segurança, pois além de estreito demais, em vários pontos sofrem com a erosão que avança para o pavimento da pista.

As placas de sinalização também são alvo do vandalismo, pois têm a orientação encoberta por escritas e desenhos que só dificultam a leitura dos motoristas que, coitados, sofrem prejuízos com a perda de pneus, molas, jantes e até a suspensão mecânica quebradas pelos buracos.

Os grandes responsáveis pelo transporte de cargas entre o Norte e o Sul do Brasil pedem providências que, aliás, nunca serão demais.

 

 

 

 

Fonte: Canudos Vip

 

Buracos colocam em risco quem usa a BR 116/Norte

2012-05-18 16:01

Ela é a mais importante das rodovias federais do Brasil. Começa em Fortaleza-CE, cruza os Estados de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde termina no município de Jaguarão, ao Norte do Estado, na fronteira com o Uruguai.

São mais de 4.300 km de integração entre os estados do Sul, Sudeste e Nordeste. Por ela passam desde pesados caminhões de carga, ônibus, até pequenos automóveis.

A partir do Estado de Minas Gerais, até Fortaleza, ela é batizada com o nome de Santos Dumont, em homenagem ao mineiro Alberto Santos Dumont, considerado o ‘pai da aviação’, que em outubro de 2005 comemorava o centenário do vôo do 14-Bis, homenagem assegurada pela Lei 11.163 da Presidência da República.

Do Estado do Rio de Janeiro até São Paulo, ela é conhecida como Rodovia Presidente Dutra, a partir do km 163 da Av. Brasil até São Paulo e, de Minas para a Bahia, é chamada de Rio - Bahia, também. De São Paulo até o Rio Grande do Sul, ela é a Rodovia Régis Bitencourt.

Um detalhe interessante que poucas pessoas conhecem: a partir do km 0, em Fortaleza, a BR 116 entra 14 km no Estado da Paraíba e retorna a seguir ao território cearense, por causa de dificuldades topográficas do trecho (desvio).

Em Minas Gerais (km 0) a BR 116 entronca com a BR 040 Rio de Janeiro (Rodovia Washington Luis) que vai até Brasília. A rodovia Washington Luis é uma homenagem ao presidente que a construiu, que afirmava que “governar é construir estradas”.

A princípio, a Rio-Bahia tinha asfalto até Feira de Santana, que posteriormente chegou até Serrinha. Daí em diante passou-se quase 50 anos, para complementar a pavimentação asfáltica até o povoado do Ibó, Município de Abaré, região Norte do Estado da Bahia, inclusive com a construção da ponte sobre o rio São Francisco, permitindo a ligação Norte- Sul, cujo percurso teve uma redução em mais de 200 km, entre Fortaleza e São Paulo, representando menor tempo de viagem e economia de combustível, principalmente óleo diesel, já que milhares de veículos pesados circulam diariamente pelo trecho.

Há poucos dias, em viagem para o município de Chorrochó, pude constatar a veracidade das críticas feitas pelos usuários da rodovia, especialmente caminhoneiros, sobre a grande quantidade de buracos perigosos existentes a partir do distrito de Bendegó, há 60 km de Euclides da Cunha.

A deterioração do pavimento, que não faz muito tempo havia sido recuperado totalmente e muito bem sinalizado com placas verticais e os chamados “olho de gato”, que permitem guiar sem sair da pista, principalmente nos dias chuvosos quando diminuiu a visibilidade do motorista, nos fez perguntar por quê tamanho desgaste em tão pouco tempo?

Os pedaços de pneus espalhados ao longo da rodovia, marcas de longas frenagens, carcaças de veículos incendiados, destruídos e abandonados, cruzes enfileiradas ou isoladas que representam perdas de vidas humanas causadas por acidentes: capotamento, colisão, queda de motocicleta (...) e quase tudo provocado pelos famigerados buracos, que surpreendem os condutores de veículos e os obrigam a realizarem manobras bruscas e inesperadas que terminam quase sempre em acidentes graves.

Os usuários também se queixam da falta de policiamento ostensivo permanente, já que são muitos e constantes os assaltos praticados entre os povoados de Formosa e o Ibó, prosseguindo até Salgueiro-PE. Nesse trecho, não é aconselhável trafegar sozinho à noite, principalmente. Recomenda-se andar em comboio.

Animais soltos na pista representam grande perigo e isso parece não ter solução, pois eles até parecem terem se acostumado com Carretasm ônibus, motos, automóveis, etc.

Mesmo em se tratando de um trecho de rodovia federal, a presença de patrulhas da Polícia Rodoviária Federal é esporádica e o posto policial mais próximo fica há 100 km de Euclides da Cunha e há 300 km até o Ibó. Além de estar baseado na BR 110, em Ribeira do Pombal.

Mesmo assim, os prfs (policiais rodoviários federais) têm feito algumas apreensões de drogas e detenções de motoristas e condutores de motocicletas que trafegam embriagados, sem habilitação, veículos com documentação irregular, tráfico de animais, entre outros, sempre que resolvem fazer uma ronda pelo trecho.

A CIPE-Caatinga, uma companhia de polícia militar do Estado da Bahia, especializada no combate ao roubo de carga, assalto, seqüestro, tráfico de drogas e muito respeitada, também ajuda no combate aos meliantes, porém, nem sempre é vista trafegando obrigatoriamente na BR 116, pois também circula pelos povoados dos mais diversos municípios da região.

São muitos os casos de registro de assalto aos caminhoneiros que perdem dinheiro, cheque, celulares, aparelhos de som, pneus completos, cargas aparelhos eletroeletrônicos e, até, vítimas de sequestro, quando são amarrados, amordaçados e deixados no meio da caatinga, isso, quando não são assassinados.

A rodovia também é um corredor por onde passa grande quantidade de maconha, haxixe, entre outros, produtos tóxicos e ilícitos produzidos no chamado “cinturão da maconha”, situado às margens do Rio São Francisco, na região de Cabrobó-PE.

Por essas e outras situações de risco que este trecho da mais importante rodovia brasileira oferece atualmente, é que os caminhoneiros e proprietários de automóveis usuários desta estrada pedem providências no sentido de, pelo menos, tapar os buracos e reconstruir o acostamento onde possam estacionar seus veículos com segurança, pois além de estreito demais, em vários pontos sofrem com a erosão que avança para o pavimento da pista.

As placas de sinalização também são alvo do vandalismo, pois têm a orientação encoberta por escritas e desenhos que só dificultam a leitura dos motoristas que, coitados, sofrem prejuízos com a perda de pneus, molas, jantes e até a suspensão mecânica quebradas pelos buracos.

Os grandes responsáveis pelo transporte de cargas entre o Norte e o Sul do Brasil pedem providências que, aliás, nunca serão demais.

 

 

 

 

Fonte: Canudos Vip

 

Veja a lista de deputados que votaram contra os professores

2012-05-25 08:38
Infelizmente muitos já esqueçeram que foram e (são) professores, e até que começaram a vida política em um sindicato de professores, como é o caso do Deputado Bira Corôa, Professor de Biologia, ou seria ex... Porque com o salário de deputado, será que ele um dia voltará a dar aulas com o salário do professor estadual, que ele fez questão de votar contra o reajuste de 22,22%? 

 
CONTINUA...
 
 
Fonte: Macururé na Notícia