Pai acusado de sequestrar a filha em Jeremoabo (BA) diz que caiu numa armadilha

18/09/2012 10:09

 

No último dia 17 de agosto, foi publicada no site Jeremoabo Agora uma matéria intitulada “Jeremoabo: Pai some com a filha e não dá notícias à ex-mulher”, onde Maria Iara da Silva, de 37 anos, conhecida como “Galega”, contou que estava desesperada com o sumiço de sua filha, Ionara Silva Amaral de Lima, de 09 anos. Segundo Iara, o pai de Ionara, Amaurí Amaral de Lima, 39, teria pedido para que a menina passasse as férias com ele e posteriormente informou que estava levando a criança para passear na Prainha em Paulo Afonso e, sem autorização a levou para Porto Seguro. Iara afirma que procurou o Conselho Tutelar, que a encaminhou ao Promotor Público da Comarca, Dr. Leonardo Cândido, que a orientou registrar queixa na Delegacia de Polícia do Município de Jeremoabo, onde Amaurí também compareceu. Ficando ambos notificados para as oitivas no dia seguinte, mas ele não compareceu.

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Nesta semana, Amauri procurou a Redação do Jeremoabo Agora para se defender das acusações de Maria Iara, que segundo ele seriam falsas. “Ela mesma me entregou nossa filha para morar comigo alegando falta de tempo e condições. Fizemos um acordo junto ao advogado Robson Cavalcanti e diante de duas testemunhas ela assinou a guarda provisória das duas filhas (Ione e Ionara)”, declarou Amauri, afirmando ainda que as meninas estavam vivendo em Jeremoabo com a avó em uma casa de dois quartos e um banheiro para acomodar doze pessoas e um bebê enquanto Maria Iara vivia em Lajedo (PE).

De acordo com Amauri, as brigas começaram quando ele comunicou sobre o aniversário da filha no dia 23 de outubro de 2011. Na ocasião, Iara informou, por telefone, que viria a Jeremoabo. “Ela levou Ionara para passear no dia 21 e não retornou com a criança no domingo 23 (dia da festa) como tínhamos combinado. Não me deu satisfações. Liguei para seu celular e só caia na caixa”.

Amauri tentou buscar a filha, mas como a menina chorava muito e não falava nada preferiu não forçar a situação. “Enquanto isso, Iara me tirou o direito de ver minha filha. Comuniquei várias vezes ao Conselho Tutelar que dizia que não podiam fazer nada porque estava em processo. Até que no dia 10 de junho Maria Iara bateu na minha porta lamentando sua situação, dizendo que devia em dois mercadinhos e não estava dando para pagar, portanto, estava disposta a trazer Ionara de volta para morar comigo. Logo no dia seguinte mandou a menina por seu namorado. Só não imaginei que Maria Iara estava armando uma armadilha”.

 

Fonte: Jeremoabo Agora

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